sábado, 16 de novembro de 2013

PALATO(PALATO!) - etimo etimologia

O principezinho,
que hoje é meu neto,
na antevéspera de seu quarto aniversário
( quatro anos de idade!)
dorme e acorda
com a fantasia do homem-aranha
e chora se não dormir e acordar
com a veste
do herói do gibi
mas sem as penas da íbis.

Esse pequeno príncipe
tem o tamanho do meu mundo
no asteróide que habita.
Ali não coabita,
nem é cenobita.

Meu neto, o pequeno príncipe,
pode até estar em solidão num asteróide,
mas convive no planeta terra
com outros milhões de crianças
que não lhe deixam provar
da solitude
que pasta dunas no deserto
do Saara.
Uma seara?!

Na solidão sem solitude
exercita seu poder de diálogo,
dia-a-dia, légua-a-légua
com as fricativas,
sibilantes serpentes do logos,
logo estridentes entre dentes,
língua e dentes,
uvulares...logo,logo
com os filólogos
a dizer o logos
ou daná-lo.
(Palato? Palato mole...
Lá fora a mole
do edifício
quiçá engole
gole  de vento em fole
de gaita de fole,
cornamusa,
museta, mussete...
Alfred de Musset
que canta em chanson
o lado lato do latim
em latitude?...
Lá é tudo! : lar).
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domingo, 10 de novembro de 2013

SOEZES(SOEZ!) - etimologia etimo verbete

 
Feliz quem leu "O Pequeno  Príncipe,"
obra-prima da lavra de Saint-Exupéry
- aquele piloto-poeta-viajor do deserto
com seu frágil avião
que ficou enterrado nas dunas do deserto,
encalhado no silêncio
do motor do aeroplano
sem plano de geômetra,
no meu romanceiro
que não coaduna com as demais versões.

Feliz para sempre
quem leu, lia (liana!),
está lendo num estalo
ou lerá os planos do escritor,
com planos de voo ao planador
em travessia pelo deserto
para as crianças que correm
em estado de felicidade aristotélica.
Estado de fato.
Estado de graça,
Maria da Graça!

Quem descobriu, reencontrou,
o menino, a menina,
em sua avó, sua mãe, pai. avô,
tataravô, tataravó...
tatalando no ruído do motor em pane
do aeroplano que vai descaindo
- feito coração de mãe!... Mãe
( Tateio a voz no escuro.
Tateada a treva...)?!
Quem reinventou
ou aventou tal história?!...

Tenho compaixão, comiseração,
por aqueles que não leram
"O Pequeno Príncipe"
e se transformaram em adultos
sem senso de esteta,
estelas contendo o Código de Hamurábi...
porque não encontraram
na bifurcação do caminho
o menino e a menina que  buscavam
em sua bisavó, seu avô...:
em si mesmo!
- quando ainda estavam no ninho
provando das primícias do caminho
e do carinho fabuloso das aves.

Até achar o amor
a solidão, a solitude do deserto
povoou os arredores e arrabaldes circunvizinhos.

Empós a paixão devastadora,
vários Stradivarius,
variados, variegados, varados
pela paixão do amor,
derramaram sentimentos
no varão : pela baqueta;
no varano, pelo verão;
na vara, pela flor da alcaparra.

Vários Stradivarius fizeram tremer de paixão
a madeira da qual foram confeccionados
ao amar a música
que se ouvia e envolvia!
Todavia, houve quem ficasse no olvido :
pois não achando sua paixão no chá,
nem na chávena,
ficaram sem razão de ser
nas  matemáticas fundantes
do escabelo e dos Cabelos da Berenice :
a Coma da Berenice,
derreada e entregue ao ato de amor sexual,
porquanto sem amor no enlace matrimonial,
que é um teatro,
um ensaio sobre as paixões e apetites,
aos quais a razão matemática semelha
ao armar o amor
escorregadio nos dedos
do virtuose violinista
que toca o Stradivarius
copiando os trejeitos
dos dedos de Paganini
ao Stradivarius que leva um Amati ao vento
( e um sapoti à boca da noite!),
não há alegria e alarido
de alecrim no campo
tal e qual havia
quando eu vagava livre
sobre a ponte que cobre
um pequeno trecho
do rio São Francisco...
- Um pequeno entrecho
que era um Pequeno Príncipe,
mas um grande principado...
( o mel que umidifica o amor
é o orgasmo : seu clímax
ou  ponto culminante da paixão
levada ao corpo lavado enfim!
- Limpo do mundo dos homens soezes(soez!)).

Ler "O Pequeno Príncipe"
é ler-se ( um não-autoanalfabetismo!) :
"O Pequeno Príncipe"
é cada um de nós :
o poeta menor
que guardou a infância em poesia de gaveta.
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domingo, 3 de novembro de 2013

CISTRE(CISTRE!) - etimo etimologia


Ficheiro:Cistrum ou Citola.JPG
O incompleto não existe
é meio
do caminho
metade
do caminhante
e da meta
do caminhão
em declive ou aclive.
( O caminho
é o próprio caminheiro,
o andejo,
mas não o adejo
da mariposa sem pejo
que vejo viajor).

O completo existe
E é o ser
em forma e pharma
vinculado ao amor
que une com sua cola
as partes incompletas
e inconclusas
num todo completo
complexo.
Complexão
que cobra
a cobra
de cabo a rabo:
ofídio anelado).

Dentro e fora do verbo
in verbis e logos
a completude
e a incompletude
urde trama
na imobilidade do ser
e não-ser
ou na volúpia por movimento
expresso no princípio
do pensamento heraclítico
bem como na superação dialética
retesada pelo pensar aristotélico
que tira e atira a flecha de Zeno, o eleata,
- do arco em paradoxo vergado
pronto e apto a alvejar a aporia
afiada na filosofia de Zenão de Eléia
a denegar o movimento.

O cão é completo
mas ganha outro estofo de completude
ao se unir
na complexidade conexa
da cópula
do macho e da fêmea :
cão maior e cão menor
no céu mentor de luz
acasalados.

Canis Majoris e Canis Minoris
no arco dado abobadado do céu
cava uma cova
que é uma veia cava
e um veio de ouro
- ouro de não tolo
ouro de sábio
ouro de vida
com vida
que deixa quedar semente
ao inspirar e expirar
no oboé
em boca que é
para oboé
enunciar solenemente
o princípio
e o príncipe
bem-nascido menino
nos Jardins da Hespérides
que respira e alimenta o fogo
em usina existente na planta da vida
da engenharia e arquitetura
dos gênios telúricos
que habitam os verdes na clorofila,
leito, leite e mel da vida
que, todavia, também
enterra no ventre da terra
para a morte
e o renascimento
o animal e o inseto
cuja planta da vida
feneceu no androceu e gineceu
do vegetal sistema de inteligência vital
do animal e da planta
pois este é seu
meio de vida
em meio ao ambiente,
no abraço acolhedor do bioma
que nos ama
tal e qual mãe e amada.

A semente é porção,
poção, princípio do jângal;
metade do caminho
na bifurcação que leva
do vegetal ao animal :
flexão de bem e mal
se há tal e qual
apartado da doutrina de Maniqueu;
coito de gineceu e androceu,
acasalamento de macho e fêmea no cio,
amor apaixonado
- de homem trovador
e mulher encantada
a ouvir  suas cantigas de amor
ao som do alaúde ou cistre(cistre!).
Cítola.

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sábado, 12 de outubro de 2013

MURTA, MIRTA DECUSSADA - etimo nomenclatura terminologia



Um dia irei ter às terras
para onde minha mãe foi
na sua derradeira caminhada
em busca de Orfeu e Eurídice.
Vou parar definitivamente nas terras
aonde mãe está a encetar nova jornada
pelos subterrâneos do Hades.
Terras?! - Não são terras;
céus?! - Não são céus;
aguas?! - não são águas;
ares?! - Não são ares,
mares, gares... - Não são gares!...
- no muito são esgares
escondidos na máscara mortuária
ou algum naipe :
o Ás do baralho
oculto na manga da mortalha
pelo trapaceiro contumaz
para o caso de haver um jogo de azar
que o Livro dos Mortos não preconiza.

Mãe não foi a lugar nenhum,
nem ficou por aqui,
apenas perdeu um corpo
para a morte,
mas continua a habitar outros corpos
em oito filhos
( uma oitava acima do registro do violino
à mão do violinista azul celeste de Chagall)
e outros tantos netos, bisnetos e tataranetos
que vieram e que virão na viração,
nas asas das  procelárias
que chegarem para visitação
e na concha acústica do molusco vieira.
Agora ela assiste  aos descendentes
de dentro da alma deles :
nossas almas rosáceas
tirante a uma variação do verde.

O morto, a morta, a murta,
com sua filotaxia decussada(decussada!),
não vai nem vem de lugar nenhum :
fica enterrada, emparedado(o morto) no corpo
ou cremada(a morta, a murta)
e dissipada pelas cinzas das horas
do poeta Manoel Bandeira
em primícias de lírica eremita.
( Mãe me ensinou a piscar
para por água na terra
que o vento sopra nos olhos
lendo as Liras de Marília de Dirceu
do poeta Antônio Gonzaga,
respirando uma Arcádia imaginária
na vida da mirta, murta-comum ("Myrtus communis"),
vegetal florido que se leva de Afrodite a Vênus,
através o caminho de través da Hélade
e vai até Jesus na manjedoura
com a casca da madeira raspada em mirra,
célebre incenso do Oriente
e coroa a noiva com sua grinalda.

A vida do ser humano
está escrita no Livro da Vida,
obra-prima da natureza com faunos e Flora,
mas deságua no Livro dos Mortos
onde há uma cruz ansata
e uma cruz romana.
Empós a cruz romana,
carga para uma vida inteira
de camelo devotado
a um império de feras,
bestas asquerosas,
descritas nos fabulários dos prudentes filósofos,
- vem ( e vinga!) a cruz cristã,
que cobre o sepulcro ou a cova rasa,
pois nem a natureza aceita a morte,
tampouco a Terra ou a terra
ou o ar que envolve a carcaça do cadáver
junto ao séquito de vermes,
em redor do morto, da morta
e do bicho em decomposição.
O defunto é uma escuridão interna,
caverna negra
cujo sol se finou.
Finado, dobre de finados
nos sinos a bimbalhar
em lúgubres responsos
para um "pobre "Alphonsus""!,
uma louca "Ismália"
que padeceu o setenário das dores de Nossa Senhora,
de Nossa Senhora, minha mãe!,  - em terra!,
onde tudo dói de fato
e não  em quimera celestial,
onde nada dói em dó maior
na dosimetria ministrada por Tchaikovisky,
sem dó alguma,
mormente quando a demência de Alzeihmer
chega ao ápice...
- pois quando Alzeihmer enloqueceu
e duplificou a visão da lua
no "Delirium tremens"
uma lua pisava o mar
e outra pesava o céu do morcego
e do mocho do campanário.

Mãe, como todos nós,
perdido o pouso do corpo
em que estava a exercer o ser,
dirigir o  drone, o submarino nuclear...,
vai despertar budicamente,
- bruscamente nos corpos dos outros entes,
os quais possuem seus pedaços
do Frankenstein fantástico,
que é a soma do soma
do que somos
em todos os  corpos humanos
dos nossos antepassados.
ascendentes, descendentes,
os quais se acham agachados a cuidar das estâncias
que são seus corpos  filiais,
na carne viva
e  às vezes em chagas
dos netos, bisnetos, tataranetos....
corpos nos quais dormia a mãe viva,
historiada pela Bela Adormecida no Bosque
e ainda com sono em Branca de Neve,
que acordou Neves, no Brasil
daquele pau-brasil
queimando sob o anil
recortado pelo anum
de pio ímpio,
penas negras apenas,
voo capenga:
vulto da noite
sem vago lume.
Vaga lume, vaga!,
que a noite não tem luzerna de vagalume.
A morte é noite sem fim
apenas num corpo finado
do qual se salta para a luz
- num salto mortal
do trampolim do trapezista
cuja flexibilidade é eco de vitalidade plena.
É mister não errar a acrobacia,
por  isso recomendo aulas
no Cirque du Soleil
para evitar uma segunda morte inútil
e um outro processo de desterro
enfadonho e longo à Kafka
descrito minuciosamente no Livro dos Mortos
com toda a burocracia ultramundana em detalhes.

 
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quinta-feira, 22 de agosto de 2013

ESCAMBO(ESCAMBO!) - etimologia etimo

Cobra Urutu Cruzeiro
Sugiro a Deus,
se é que Ele continue a ser elencado
entre os seres,
- que reinvente, recreie-nos!, crie, recrie - o tempo,
modificando-o, inovando-o no ovo,

( ab ovo e - "abre ovo"! )...
- Sugiro!,  enquanto sujeito,
que o tempo não seja mais algo fixo,
porém um portal aonde possa passar o ser humano
- portal de entrada e saída
de um mundo que foi real
e continue sendo-o na senda,
na venda, no escambo(escambo!), 
no amor que arrepia...
ao bel prazer de cada um
que vá e venha em revisita
a um tempo antigo que retorne ao cotidiano,

que vá  a pé, agora e hoje,  ao pretérito
e do passado ao hoje e agora
seja um passo
ao paço,
porém não enquanto e apenas 
as penas de uma memória nostálgica,
mas íntegro, completo, 
com todo o seu cosmos,
plexo, nexo, sua complexão e compleição,
a qual fornecia corpo e alma,

espaço e tempo,
para todos aqueles seres humanos
abrigados na casa daquele tempo
em que o templo, agora em pó,
a consonar com a profecia,
estava em pé com pedra calcando-o
e ao pé  do tempo

e da escadaria que corria ao templo
feita criança efusiva.

Templo no tempo, então,  em retorno pleno,
na categoria substância,
que sustem a tese de Aristóteles.
Templo no qual se ouvia recitar 
( e se pode ou poderá ouvir 
a qualquer instante)
o arcanjo e o serafim
em preces sem fim
- com récitas para três violinistas azuis-miosótis
e dois violinistas verdes-rãs,
com face no anfíbio,
no sátiro, no fauno...

 
Sugiro à divindade 

que eu possa visitar,
revisitar,
o tempo em que meu filho e minha filha
cabiam no espaço emoldurado 

das teias de teses que a aranha esqueceu de arranhar,
- teses, em tese!, de susbstância temporal
que os vestiam com tez de crianças
e eu com um capote de pai inexperiente,

pele incipiente...

Faço esta sugestão,

que é uma eufêmia,
ao Ancião dos Dias :
que eu possa retomar o caminho
( ou ir ao sapato!)
da casa paterna e materna
como quando eu era criança
e podia conviver com meu pai e minha mãe
naqueles tempos de antanho
com fogueira de São João a queimar
e estanho a espocar seu grito de lata
( o grito do estanho no quadro 'O Grito"
- de um Munch boquiaberto
entre a corrosão da ponte
e outras ligas metálicas
que não possuem o metal cassiterita,
de onde vem o óxido originário do estanho).

Liga metálica e não-metálica
de estanho com estranho!,
sugiro ao senhor Deus dos homens justos,
dos homens de bem,
dos virtuosos arrolados em Ética a Nicômaco,
da lavra do filósofo estagirita,
( quão presunçoso sou e solução na solução!
- que tudo apaga com rasto d'água)
que o tempo soprado no oboé da bolha
- como melodia da infância,
insuflada pela oboísta-criança,
crie, recrie, recreie com o universo-tempo
aonde possamos trafegar,
trafalgar, quiçá,
antes que o demônio no homem
tome pé sobre as cristas das ervas escarlates
derreadas no sangue derramado inutilmente
pelo punho-punhal em serviço nas aras,
porque ruim o ser humano é
e tão nocivo
que o santo
é sua pior forma de perversidade
-  hedionda!
( Hediondas suas ondas senoidais!
O que não é de onda!...
mas de loca
onde se esconde a louca moréia,
sob arrecifes, restingas:
escolhos que não  escolho
olho no olho,
dente no dente...dentina!).

Sujo sugiro ao deus dos totens e tabus,
dos caititus, das urutus , dos urubus,
porém não do que o arcabuz
busca
no rastilho da pólvora
- em polvorosa!
( Goza e glosa
a morte de um grande diabo
que está no mundo
e é o mundo no giramundo
e no redemoinho que enreda
o vento moenda na moenda
- dos glosadores!);
sugiro  no giro do redemoinho
d'água e vento,
ao deus do redemoinho,
ao velo velho do vento em espiral...
- a estes com dez denários, enfim,
sugiro, por mim e para fim,  esta hipótese :
que o que nos enfileira em leva de prisioneiros do mal
é o grande diabo que mata
quando nos esgueiramos sorrateiros na mata
ou nos protegemos ( e aos genes!)
sob a casamata com paliçada :
ele, o grande diabo,
dá-nos, aos dentes viperinos,
uma dose do mal
que nos envenena
e leva o próximo a morte tóxica :
hemotóxica, neurotóxica.


O estado de direito
ou sem direito : de fato, 
é o grande demônio
devorador de homens.
Não, Rousseau, o homem não é
de todo mal,
mas quando em   instituição
ou na forma coletiva,
ou seja : em sociedade corruptora, 
o estado é um diabo fora de controle,
que domina e embriaga seus pretensos controladores,
seus políticos e seus pensantes cientistas geopolíticos:
é a polícia que massacra indefesos,
enquanto corporação(corporação!)
ou corpo de monstro sanguinário,
o juiz que age pelo algoz,
o direito que aniquila as mentes
com seus embustes doutrinários
e seu doutos escravos e mendazes,
pois tudo o que é oficial é mendaz :
mente descaradamente tal qual, ou mais,
que a mais mendaz das marafonas.

O mundo é o grande diabo preto e branco
- em preto e branco crucificado no xadrez,
n'álma das crucíferas
cruzeiras no céu noctívago
e na cabeça da urutu
rastejante qual arroio de rocio 

marcadas por patas de rocim com veneno
- e cruzeiro benzido na testa
( essas urutus cruzeiras!
com o sinal da santa cruz
na terra da Vera Cruz))
sob as ervas daninhas
aninhadas na terra chã,
ao rés do chão,
por escabelo dos pés...
de Nossa Senhora,
a Virgem Imaculada
que pisa a cabeça da cobra
no céu radiante

Entre nós, a nos separar,
não a nos atar nuns anuns,
no meio do caminho do "pinhéu" onomatopaico do gavião,
a alguns passos dos sapatos,
a urutu nos guarda do nosso amor. 

Bothrops alternus no Rio Grande do Sul, no Brasil.
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